Sobre este serviço
Motorizar uma cortina é uma decisão técnica que envolve três escolhas encadeadas: o tipo de motor, a forma de alimentação e o protocolo de comunicação.
Errar qualquer uma delas gera frustração — motor subdimensionado que trava sob carga, bateria que descarrega a cada dois meses ou um sistema que não conversa com a automação já existente na casa.
O dimensionamento parte do peso real da peça e do diâmetro do tubo. Um blackout de trama tripla em um vão de três metros pesa muito mais que um voil de mesma dimensão, e o torque do motor precisa acompanhar.
A alimentação define a obra. Motores a bateria recarregável dispensam ponto elétrico e resolvem reformas, com autonomia de seis meses a dois anos conforme o uso diário.
Motores 110/220 V exigem infraestrutura prevista, mas suportam uso intenso sem limite. O protocolo determina a integração.
Radiofrequência simples resolve o acionamento por controle, enquanto Wi-Fi, Zigbee ou Matter permitem incluir a cortina em rotinas junto com iluminação, ar-condicionado e cenas de home theater.
Configuramos os fins de curso com precisão milimétrica e programamos cenas por horário e por sensor de luminosidade.
O cliente é treinado no uso do aplicativo e recebe o sistema testado e documentado.
